domingo, 22 de dezembro de 2019
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Márcia Sanchez Luz é entrevistada por José Nunes De Cerqueira Neto
Agradeço imensamente ao José Nunes pela agradável entrevista.
Para lê-la, basta clicar no link abaixo.
José Nunes De Cerqueira Neto
sábado, 11 de maio de 2019
POESIA PARA MUDAR O MUNDO - versão impressa da Editora Blocos
Leila Míccolis e Urhacy Faustino, nadando contra a corrente, o que é fantástico, reativam a Editora Blocos e publicam em papel e tinta a Antologia POESIA PARA
MUDAR O MUNDO, antes publicada em versão digital no Portal Blocos Online.
É com imenso prazer que partilho essa notícia e me sinto honrada por participar dela junto a grandes poetas da atualidade.
terça-feira, 16 de abril de 2019
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Desvario - Em memória de Ricardo Boechat
Hoje perdemos Ricardo Boechat, jornalista e ser de
primeira grandeza. Fica um vazio imenso, um desejo de que tudo não passasse de
um pesadelo, um engano...mas não! Ele se foi, e com ele se foi o que havia de
mais transparente no jornalismo... Muito triste...
Posto humildemente este soneto em sua memória
Desvario
© Márcia Sanchez Luz
Será que nesta vida tão doída
Existe algum lugar que delimite
A perda que maltrata em despedida
E a voz que sempre fere e impõe limite?
Não sei qual a razão de tanta lida
se o que magoa enfim não nos permite
banir o açoite turvo na acolhida
das noites, no silêncio que se omite!
Burlar a escuridão é desvario:
o claro que se apaga e mostra a dor,
não vai trazer a paz – é luta em vão!
Postergo e avilto a morte, fantasio
que tudo enfim será cultivador
de um mundo desprovido de aflição.
Posto humildemente este soneto em sua memória
Desvario
© Márcia Sanchez Luz
Será que nesta vida tão doída
Existe algum lugar que delimite
A perda que maltrata em despedida
E a voz que sempre fere e impõe limite?
Não sei qual a razão de tanta lida
se o que magoa enfim não nos permite
banir o açoite turvo na acolhida
das noites, no silêncio que se omite!
Burlar a escuridão é desvario:
o claro que se apaga e mostra a dor,
não vai trazer a paz – é luta em vão!
Postergo e avilto a morte, fantasio
que tudo enfim será cultivador
de um mundo desprovido de aflição.
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Pura Rima
© Márcia Sanchez Luz
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| Tela de Tomasz Kopera |
Mesmo se dissesse
que o que me entristece
não é tua fala
pois que a boca cala
e o ouvido cerra
o que nela encerra...
Se em mim fascina
teu olhar que insiste
tantas vezes teima
em não concordar
que não somos mais
olhares gulosos...
que o que me entristece
não é tua fala
pois que a boca cala
e o ouvido cerra
o que nela encerra...
Se em mim fascina
teu olhar que insiste
tantas vezes teima
em não concordar
que não somos mais
olhares gulosos...
Se tua mão que afaga
já não é tão fina
já não é tão fina
mas que é pura rima
de nossos desejos
amadurecidos
e já transformados...
Assim não podemos
porquanto crescemos
e juntos gozamos
prazeres intensos
de sol e de lua...
Minha boca, que é tua,
só tua!
Sou tua...
domingo, 5 de agosto de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
AMOR ASTRAL
©
Márcia Sanchez Luz
A
lua setembrina é mais bonita
quando
se junta ao sol na primavera:
os
dois se encontram e a grandeza impera,
parecem
ouro e prata, o que suscita
uma
emoção sem fim (o amor transita
por
alamedas cheias de quimeras),
levando
o coração para uma esfera
onde
não há maldade nem desdita.
E
chega a noite, a lua (soberana
e
eterna apaixonada pelo sol)
guarda
seu sono, toda luz emana!
O
dia acorda, logo desjejua
e
canta como fosse um rouxinol
à
espera da brilhante e linda lua.
©
Márcia Sanchez Luz
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Dualidade
© Márcia Sanchez Luz
| Img: Márcia Sanchez Luz |
Por
que esta dor que tanto te consome
e te
anuncia a luz de um outro amor
não
pode se tornar um codinome
que
traga à tua vida um novo ardor?
Por
que este amor que dizes já ter nome
não
basta para aliviar a dor
que no
silêncio agride e tira a fome,
dilacerando
o corpo em vil torpor?
Minh’alma
também vive o desacordo;
meu
peito chora a falta a derruir
o
corpo que só clama o afago teu.
Deitada
escuto a brisa e os lábios mordo;
teu
nome à noite temo proferir
e
transbordar um sonho todo meu.
sábado, 22 de abril de 2017
sábado, 11 de fevereiro de 2017
domingo, 1 de janeiro de 2017
Como fazer o Ano Novo
© Márcia Sanchez Luz
Olhemos o
outro com atenção,
carinho e
respeito pelas diferenças,
porque são
elas que nos tornam únicos.
Somos
imperfeitos, estamos aqui para aprender,
não para
impor nossa visão de mundo.
O amor
precisa vencer a prepotência e a soberba
para que
tenhamos paz.
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