domingo, 11 de dezembro de 2022

Novo livro de MARCIA SANCHEZ LUZ - CORAÇÃO ARLEQUIM

 






Gênero: Poesia

Editora: Arribaçã

Autora: Márcia Sanchez Luz

ISBN: 978-65-5854-758-7

Origem: Nacional

Ano: 2022

Edição: 1

Páginas: 120 – papel Pólen Bold 70 g/m2

Acabamento: Brochura

Dimensões: 14 X 21 cm

 

Sinopse: Novo livro de poemas da consagrada poeta paulista Márcia Sanchez Luz. “Em tempos de fusões e hibridismos, é uma delícia ler um livro que lida com formatos poéticos rapidamente identificáveis”, afirma Leila Miccolis no prefácio da obra, que é dividida em duas partes: a primeira com poemas curtos e a segunda com Sonetos. O livro tem concepção da capa de Leila Miccolis, capa de Ingrid Stephane e projeto gráfico de Fábio Oliveira. 


A obra pode ser adquirida diretamente com a autora através de email para: marciasanchezluz@gmail.com (favor escrever COMPRA DE LIVRO no assunto) e também pela Arribaçã Editora http://www.arribacaeditora.com.br/coracao-arlequim/. Para quem prefere no formato ebook, pode adquiri-lo na Amazon.


R$ 40,00


Valorizar poetas vivos é transformar a realidade, colaborando para fazer da arte um ofício que, para além do prazer do reconhecimento, resulte num retorno financeiro.




sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Márcia Sanchez Luz é entrevistada por Mônica Banderas e Urhacy Faustino para o Post Blog

Agradeço de coração à Mônica Bandeiras e ao Urhacy Faustino pela deliciosa e prazerosa entrevista! Que Deus abençoe a família Blocos (da qual me sinto membro desde que conheci a Leila Míccolis e nos tornamos grandes amigas). Beijos e meu carinho. Para ler a entrevista, bast clicar aqui: Post Blog

quarta-feira, 8 de julho de 2020

terça-feira, 28 de abril de 2020

Terremoto


© Márcia Sanchez Luz


(Img: Salvador Dalí La Main (Les Remords de Conscience)



















Será que o grito ao fim da noite dado
é solução pra tanto desassunto
entre dois seres? Nem por um segundo
há paz quando o respeito é renegado.

Será que o mundo é surdo e acovardado,
vazio, até sem vida, ou moribundo?
Penso que a angústia de que ora me inundo
seja a constatação que, abandonados,

somos menores que o menor dos medos,
somos apequenados pelos outros
que empenham-se em mostrar que não podemos

sequer criar nossos próprios enredos
onde é possível ver crescerem soltos
anseios que jamais abraçaremos.

sábado, 11 de maio de 2019

POESIA PARA MUDAR O MUNDO - versão impressa da Editora Blocos




Leila Míccolis e Urhacy Faustino, nadando contra a corrente, o que é fantástico, reativam a Editora Blocos e publicam em papel e tinta a Antologia POESIA PARA
MUDAR O MUNDO, antes publicada em versão digital no Portal Blocos Online.


É com imenso prazer que partilho essa notícia e me sinto honrada por participar dela junto a grandes poetas da atualidade.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Desvario - Em memória de Ricardo Boechat
















Hoje perdemos Ricardo Boechat, jornalista e ser de primeira grandeza. Fica um vazio imenso, um desejo de que tudo não passasse de um pesadelo, um engano...mas não! Ele se foi, e com ele se foi o que havia de mais transparente no jornalismo... Muito triste...

Posto humildemente este soneto em sua memória

Desvario
© Márcia Sanchez Luz

Será que nesta vida tão doída
Existe algum lugar que delimite
A perda que maltrata em despedida
E a voz que sempre fere e impõe limite?

Não sei qual a razão de tanta lida
se o que magoa enfim não nos permite
banir o açoite turvo na acolhida
das noites, no silêncio que se omite!

Burlar a escuridão é desvario:
o claro que se apaga e mostra a dor,
não vai trazer a paz – é luta em vão!

Postergo e avilto a morte, fantasio
que tudo enfim será cultivador
de um mundo desprovido de aflição.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Pura Rima

© Márcia Sanchez Luz


Tela de Tomasz Kopera















Mesmo se dissesse
que o que me entristece
não é tua fala
pois que a boca cala
e o ouvido cerra
o que nela encerra...
Se em mim fascina
teu olhar que insiste 
tantas vezes teima
em não concordar
que não somos mais 
olhares gulosos...

Se tua mão que afaga
já não é tão fina
mas que é pura rima
de nossos desejos 
amadurecidos
e já transformados...
Assim não podemos 
porquanto crescemos
e juntos gozamos 
prazeres intensos
de sol e de lua...
Minha boca, que é tua,
só tua!
Sou tua...