
(imagem: http://www.celitomedeiros.com.br/)
Mero traço que no peito abraça,
abarca em brisas soltas teu sorriso,
mas em vão sequer protege meu achado
das rudes ventanias que destronam a paz!
Quero a semente que te aleita a vida!
Em forma de sustento, o alento é puro.
Se na semeadura teu lago é mais fundo,
que então teus grãos possam nutrir meus dias.
Secreto a ti meus mais parvos idílios!
Caprichos tolos, porém verdadeiros.
E na pujança de meus devaneios
espero a noite que me acorde os sonhos.
Estreitas brumas impelem-me a alma
a transgredir preceitos tão abjetos!
Pois que de tola já me basta a crença
de ser em mim inalienável veto.
Bravo Querida!!! Não só por esse maravilhoso poema, mas por todo o conteudo do seu blog....bjus
ResponderExcluirQuem pode duvidar desta escancarada verdade da Márcia?
ResponderExcluirSimplesmente, não pode!
Beijos, poeta.
Querido amigo Jorge, vejo em você, como sempre, um leitor atento e cuidadoso, que sempre me honra com seus comentários.
ResponderExcluirObrigada!
Beijos
Márcia