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Img: Google |
© Márcia Sanchez Luz
como quem vive um só dia:
cada fração de segundo,
fugaz como a estrela-guia.
Não sei se o solo é fecundo,
nem se a noite se atavia.
Porém sigo e me aprofundo
no sentir que me alicia.
Do pranto que me entristece
sugo as lágrimas que correm
dos olhos de um querubim.
Já do canto que enternece
sorvo as delícias que escorrem
de um coração arlequim.
cada fração de segundo,
fugaz como a estrela-guia.
Não sei se o solo é fecundo,
nem se a noite se atavia.
Porém sigo e me aprofundo
no sentir que me alicia.
Do pranto que me entristece
sugo as lágrimas que correm
dos olhos de um querubim.
Já do canto que enternece
sorvo as delícias que escorrem
de um coração arlequim.
Lindo, Márcia. Muito profundo. Parabéns pela sensibilidade.
ResponderExcluirGrata pela leitura, "Desconhecido". Gostaria, porém, que você se identificasse...
ExcluirUma verdadeira e expressiva homenagem representativa de quem soube captar a essência do artista que com seu talento e humanidade soube cativar o Brasil inteiro.
ResponderExcluirUm abraço
Muito obrigada, Guaraciaba. 😘
ExcluirSoneto manso carinhoso de alta sensibilidade... Muito bem florido com palavras simples e belas...
ResponderExcluirObrigada, Duda. Estava passeando em sua página do G+ e gostei muito do que vi. Beijos
ResponderExcluirBonito soneto, cara poeta Márcia. Direto e expressivo, tem a sua indelével marca.
ResponderExcluirAbraço
Obrigadíssima, Jorge. Fico feliz com sua visita e comentário e, sempre que puder e quiser, volte. Abraços
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