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A rotina me assusta e desencanta,
faz meus sonhos dormirem sem cessar.
E quando chega a noite a me assombrar,
meus pesadelos o temor levanta.
Faço de conta que chorar adianta
e que é melhor estrelas eu contar:
deitada fecho os olhos, tomo ar...
consigo ver Castor que se agiganta
e me encoraja a crer que inda é possível
mudar o rumo de uma noite triste
porque a esperança é luz que não desiste.
O dia acorda e a estrela inda é visível,
pois que seu brilho a toda dor resiste
trazendo, à vida, o sonho que persiste.
© Márcia Sanchez Luz
parabéns, gostei muito do poema!
ResponderExcluirHoje serei breve. Como não tornar-me repetitivo diante de obras primas como essa. E direi: mais um belo poema. Autora Márcia Sanchez Luz.
ResponderExcluirCom sua marca inconfundível, Márcia lembra a separação pela morte dos irmãos Castor e Pollux, que Zeus por piedade lançou ao céu, onde permanecem juntos na constelação de Geminni.
ResponderExcluirPrimoroso, poeta!
Beijos,
Jorge
Sensível a sua homenagem ao Poeta e a Cantora, dentro de um belíssimo Soneto. A última correspondência que recebi do Escritor Miguel, está ao evento 1000 Sonetos, e nestes versos que ele enviou, havia um presságio sobre o acontecido, procure ler , meus cumprimentos,
ResponderExcluirEfigênia Coutinho
és também quem ensina e anima
ResponderExcluirés pura e bela alma de menina
tens noção exata dessas rimas
tende-as mais singelas, finas
As pessoas constroem sua eternidade deixando suas marcas como se fossem pegadas neste périplo pelo planeta Gaya.
ResponderExcluirBela homenagem. Belo poema. Marcas que deixam cicatrizes plásticas de quem soube, como um escultor, deixar sua obra. Eternizaram-se!
Teu poema, Márcia, chama a atenção não apenas para estas marcas, estas pegadas serenas e perenes. É, na verdade, um caminho, onde tu mesmo deixas tuas pegadas e... também te eternizas.
Dizia o Mestre: "um dia o Senhor da Messse virá e separará o joio do trigo. Este guardará em seu celeiro, aquele, joga-lo-á em um monte e o queimará".
Tu, sem dúvida, estarás no celeiro eterno.
Que Deus te abençoe,
"Gracias a la vida"
Caminha
Olá minha amiga Marcia,
ResponderExcluirè uma bela homenagem!
com certeza Mercedes Sosa, de onde estiver, sorriu.
Um grande abraço a ti e minha sempre admiração pelos teus versos, por estes sonetos ríquissimos..tão belos!
daufen bach.
Obrigada por sua visita, Davi. Seja bem-vindo.
ResponderExcluirMárcia
Antonio, é muito bom receber este seu carinho costumeiro.
ResponderExcluirObrigada, amigo.
Abraços
Márcia
Jorge, obrigada pela leitura tão esmerada deste soneto.
ResponderExcluirÉ muito bom recebê-lo em meus espaços. Assim, volte sempre, amigo!
Beijos
Márcia
Efigênia querida, obrigada pelo carinho de sua presença.
ResponderExcluirHá alguns dias estive no espaço da AVSPE destinado ao evento 1000 sonetos e pude ler Miguel e outros escritores que fazem parte desta festa idealizada por você.
Se bem me lembro, você está se referindo ao "Ars Longa, Vitae Brevis", não?
"...
Dou-me conta, porém, que o relógio é veneno.
Para que tanto céu se fiquei tão pequeno?
Para que tanta luz, se meu fim se aproxima?..."
Um beijo em seu coração
Márcia
Adroaldo, que linda quadra, amigo!! Estou emocionada com seu carinho.
ResponderExcluirObrigada, do fundo de meu coração.
Beijos
Márcia
Caminha...
ResponderExcluirEstou sem fala!
Sim. Estas marcas são verdadeiras cicatrizes deixadas por quem tão bem soube cumprir sua missão aqui na esfera terrena. E como é bom saber que seres como Miguel e Mercedes (e tantas outras estrelas)vão ficar eternizados em nossa vida!
Obrigada por me colocar em lugar tão lindo, querido amigo.
Um abraço carinhoso
Márcia
Daufen, espero que tanto Mercedes quanto Miguel estejam sorrindo e se divertindo com esta pequena homenagem que fiz a eles.
ResponderExcluirDe minha parte, estou (sor)rindo de alegria...por conta de seu carinho nas palavras.
Obrigada, poetamigo!
Beijos em seu coração
Márcia
Rotinas e noites tristes: mas Márcia nos brinda, sempre, com uma insurreição ao final, mesmo que seja em Castor, Cassiopéia, Andrômeda ou tantas outras rolando pelo Infinito. O poema é infinito.
ResponderExcluirObrigada, Caio. O registro de sua presença me deixa sempre muito feliz ;-)
ResponderExcluirBeijos
Márcia
De verdade? Achei excelente, como emoções de difícil tradução porém que a todos tocam fazendo, pela boa via poética, seu caminho na história de todos nós.
ResponderExcluirbeijos
tomei a liberdade de publicar no blog onde posto escritos que gosto de amigos, se preferir que eu tire por favor me avise.
http://blogsparceiros.blogspot.com/
Tania querida, obrigada pelo carinho de sua visita.
ResponderExcluir;-)De verdade? Fico muito feliz que tenha publicado o soneto em seu blog.
Beijos em seu coração
Márcia
Querida, lá se foram nosso Miguel, nossa Mercedes, mas a arte de ambos continua entre nós e permanecerá eterna, assim com a sua expressiva homenagem a eles. Beijos, Leila
ResponderExcluirLeila, minha querida
ResponderExcluirObrigada por este carinho, que faz toda a diferença.
Que todas as formas de arte possam se eternizar e justificar nossa passagem por esta esfera terrena!
Beijos em seu coração gigante,
Márcia
Marcia, seus poemas são do tipo poemas na veia...
ResponderExcluirEste veio com força total e se alojou em mim.
Abraço e aplauso!
Gilia, é tão bom "ouvir" isto de você! A poesia precisa ter esta função...
ResponderExcluirObrigada pelo carinho!
Beijos em seu coração
Márcia
me encoraja a crer que inda é possível
ResponderExcluirmudar o rumo de uma noite triste
porque a esperança é luz que não desiste.
Querida Marcia,destacarei os teus versos de Esperança na minha humilde sala de estudos. Paz em Ñanderu, Grauninha
PS: quando encontrar Leila, diz que mandei um abraço.
Grauninha, precisamos de esperança para seguir nosso caminho, não é mesmo?
ResponderExcluirSaudades de você, querida!
Obrigada por seu carinho, sempre.
Sim. Pode deixar que falo com a Leila.
Beijos em seu coração
Márcia
Cara Poetisa
ResponderExcluirSão maravilhosos os seus escritos.
Parabens
Ainda tínhamos La Negra em perfeitas condições de cantar e encantar mais, quando de minha derradeira visita ao seu Imaginário, Márcia, de certeza.
ResponderExcluirE continua a vida, que assim é mesmo.
Presumo que nas próximas oportunidades que eu tenha de aqui vir e apreciar, seus sonetos ainda estarão saindo em novas fornadas.
Cara Poetisa
ResponderExcluirLindos são os seus sentimentos e maravilhosos os seus escritos.
Que bela homenagem a Mercedes Sosa!
ResponderExcluirParabens!!
Tô passando para informar que é com alegria que lançamos o Poesia em Gotas, vídeos poemas que serão inicialmente postados no meu blog.
O primeiro video poema postado é “O dia em que Deus Criou Alagoas” do Jornalista e Escritor Noaldo Dantas.
No “Amigos que eu fiz nessa estrada” uma homenagem a grande artista brasileira Zezé Motta.
Confira em:
www.chicodeassispoesia.blogspot.com
www.chicodeassispoesia.blogspot.com
Um abraço
Márcia,
ResponderExcluircomo sempre lindo poema e as homenagens necessárias. Mercedes me fez sonhar com um país muito melhor e hoje ainda ficou permanece um pouco do perfume das flores que entreguei pessoalmente a cantora-mor das Américas. Obrigado por me fazer lembrar.
beijos,
Mauro