domingo, 3 de fevereiro de 2008

Acróstico de Sílvia Araújo Motta em homenagem à Márcia Sanchez Luz


1760 – MÁRCIA SANCHEZ LUZ

Homenagem Acróstica Nº 1760
Por Sílvia Araújo Motta

M-Márcia Sanchez Luz:
A-Araras é sua terra natal!
R-Razão familiar paulista
C-Conduz sua vida profissional à
I-Informática, à Refrigeração, à
A-Alimentação e à Literatura.
-
S-Seu trabalho humanista
A-Atende às crianças limítrofes.
N-Na Capital iniciou seu trabalho
C-Como Tradutora e Redatora...
H-Hoje é Pedagoga e Psicóloga.
E-Estudou Literatura Inglesa e Francesa,
Z-Zelosa autora de Manuais Técnicos.
-
L-Ledora,Acadêmica,Professora!
U-Uma POETA desde os nove anos,
Z-Zen, participante de sites e blogs.
-

Belo Horizonte, 3 de fevereiro de 2008.
---***---
(*) Sílvia Araújo Motta-Belovalense/BH/MG/Brasil,
Graduada e Pós-Graduada,Acadêmica,Escritora,Poeta,Violonista,Tecladista,
Presidenta do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa/ 8 países lusófonos,
Cônsul Z-NO em Belo Horizonte /MG/Brasil,Poetas del Mundo/130 países.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Desgosto Inútil



Se em mim corrói a idéia de não ser
do mar a presa em prantos se esvaindo
Se em tudo o quanto ainda creio haver
desgosto inútil, vão, da dor provindo

Se acaso for então o que abomino
nas minas traiçoeiras do destino
Meu fado e minha sina hão de buscar
a justa explicação pra abalizar

O que não tem remota ausência em ti
nem som de acrobacia eletrizante
que soe como a breve e elegante

Partida em tom menor do que sofri
ao ver o que não quis, altissonante,
trazido a mim em morte delirante.


Márcia Sanchez Luz ©

sábado, 26 de janeiro de 2008

Para guardar no coração...


O Imaginário

À poetisa Márcia Sanchez Luz
(Mauro Lúcio de Paula)

O primeiro autor
Que me fez pensar
Em escrever um poema
Foi Edgar Alan Poe.
A minha rua era a chave
Para abrir a porta da minha imaginação.
Não precisava correr o mundo
O mundo estava dentro de mim.
O mundo não vê nada sou eu quem o vejo.
Não me fiz poeta, nasci!
É isso menina e poetisa
é o seu imaginário
que reacendeu a minha alma e o meu ofício,
outro ofício não tenho.
Só sei escrever poesia.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Homenagem de Mauro Lúcio de Paula à Márcia Sanchez Luz


Faço um convite aos meus leitores para que conheçam o blog de Mauro Lúcio de Paula, que me fez uma linda homenagem.

Mauro, obrigada por seu carinho, e sucesso para você em seu novo espaço!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Seixos Transparentes


Gravura de Celito Medeiros


De tanto amor e dor que a ti concedo
meu corpo de minha alma se liberta.
O amor não tem remorsos nem avessos
A dor, porém, fulmina e não me alerta.

É sôfrega a palavra que me invade
em trajes tão secretos e prementes!
Melhor seria a dor em seu contraste
vertendo a seiva em seixos transparentes.

Viver em ti não pode ser promessa
de noite entristecida alvorecer
e nem apaga a dor que em mim professa.

Assim transcendo a busca que não cessa
e a brisa flamejante vem trazer
o aroma do pulsar que me interessa.


© Márcia Sanchez Luz


quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Sempre


Sempre que puder
Buscar-te-ei no infinito
Mais profundo de meus sonhos.

Sempre que puderes
Procura-me em meu silêncio
Que encontrarás meu ser.

Estarei pronta.
Em meu casulo te abrigarei
E te alimentarei
E te amarei
E serei tua como a lua
Que espera a noite chegar
Como o sol que se deita
E te aquece
E te acalma
E te ilumina.
Sempre.

© Márcia Sanchez Luz

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Ano Novo


Ano Novo
De muita alegria
saúde
esperança.

Tudo no mundo é energia.

Então

Troquemos nossas energias.
Que elas se entrelacem
trazendo paz e união.
Façamos nossas orações
para um mundo melhor
onde findem as guerras
os desentendimentos
a discórdia
a miséria
as mazelas.
Que todos possamos
nos dar as mãos
para nos fortalecermos
e nos tornarmos seres cada dia melhores.
Que a compreensão reine aliada ao amor
trazendo a todos muita saúde, paz, luz e harmonia.


© Márcia Sanchez Luz

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Soneto de Luís Vaz de Camões


Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

domingo, 23 de dezembro de 2007

Fim de Ano, Natal e Ano Novo

Com os votos de um Natal repleto de paz e luz. E que 2008 seja um ano de realizações e alegrias.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Poema homenagem de João Justiniano da Fonseca à Márcia Sanchez Luz


MEU AMOR FOGO E LUZ.
Para Márcia Luz
10.12.07

"Cor de fogo quando brilha"
levando aos céus a lareira,
meu amor seguiu a trilha
no rastro da feiticeira.

"Meu amor se foi tornando"
em luar e é lua cheia!
Cresceu, cresceu até quando
veio colhe-lo a sereia...

"feito dor incandescente"
meu amor é simplesmente
um sonho que não se apaga.

"Num luar incandescente"
sobe e desce, voa e vaga,
permanece, não se apaga...

João Justiniano da Fonseca

domingo, 9 de dezembro de 2007

Carinhos Especiais


Transcrevo aqui carinhos que me chegam por e-mail
e que me são especiais.

Hoje trago os do Poeta João Justiniano da Fonseca:



Data:
Sat, 8 Dec 2007 09:23:14 -0200

Márcia, querida.
Márcia da luz,
que ilumina com a presença e o carinho da palavra,
o sítio do sonhador
que se sente feliz no fim de seu tempo, porque sonhou,
muito obrigado Márcia.
Estive no seu blogue, voltarei mais vezes,
para deleite e repouso espiritual.
Meu carinhoso abraço.
João

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Vieira Calado

Foi com imensa alegria e satisfação que encontrei, no blog do poeta, escritor e jornalista Vieira Calado, de Portugal, junto à divulgação de seu novo livro "Merdock", a seguinte nota referente à publicação de meu livro "No Verde dos Teus Olhos":

"...Aproveito a oportunidade, além de publicitar o "Merdock", fazer uma chamada especial de atenção para o Brasil. A nossa confrade blogista Márcia Sanchez Luz acaba de publicar um livro de poesia "No Verde dos Teus Olhos", que pode ser pedido directamente em:
http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=145"

Atitudes como esta de Vieira Calado fazem a diferença, minorando o sentimento de solidão de mundo que permeia as relações humanas.

Deixo aqui, então, meu "Muito Obrigada, Poeta!"

Um abraço

Márcia Sanchez Luz

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Frenesi



Aos pedaços me atiro em movimentos
Frenesi, momento insano, me questiono
Se o que vivo é o que espero de minha vida
Se ao teu lado vou me achar na despedida

Mesmo em sonhos, tropeçando em descaminhos
Sou quem sou, não tenho nada que me impeça
De alcançar-me mais adiante, sem ter pressa

Vou viver meus sentimentos sem ti mesmo...

E ao dizer-me assim sem traços de amargura
Sou de ti meu descaminho que não mente
E que sente a dor da perda que consente.


© Márcia Sanchez Luz