quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Homenagem de Manoel Virgílio à Márcia Sanchez Luz

Teu Livro

No livro estás bela em tua foto,
Perdoa, mas eu digo o que noto.
No rosto transparece a franqueza
Que explica, dos teus versos, a nobreza.

Nos versos que versas, há venturas,
Mas, às vezes, transparecem amarguras.
No livro tua vida é declamada,
A fé que tens à vida, declarada.

Amores, fantasias, frustrações,
Desejos e anseios rejeitados,
Conquistas e carinhos alcançados.

Também, há esperanças e ilusões.
Se pedes, a olhos verdes mutações,
Há vida, pois mudar é o esperado.

Manoel Virgílio

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Acróstico de Sílvia Araújo Motta em homenagem à Márcia Sanchez Luz


1760 – MÁRCIA SANCHEZ LUZ

Homenagem Acróstica Nº 1760
Por Sílvia Araújo Motta

M-Márcia Sanchez Luz:
A-Araras é sua terra natal!
R-Razão familiar paulista
C-Conduz sua vida profissional à
I-Informática, à Refrigeração, à
A-Alimentação e à Literatura.
-
S-Seu trabalho humanista
A-Atende às crianças limítrofes.
N-Na Capital iniciou seu trabalho
C-Como Tradutora e Redatora...
H-Hoje é Pedagoga e Psicóloga.
E-Estudou Literatura Inglesa e Francesa,
Z-Zelosa autora de Manuais Técnicos.
-
L-Ledora,Acadêmica,Professora!
U-Uma POETA desde os nove anos,
Z-Zen, participante de sites e blogs.
-

Belo Horizonte, 3 de fevereiro de 2008.
---***---
(*) Sílvia Araújo Motta-Belovalense/BH/MG/Brasil,
Graduada e Pós-Graduada,Acadêmica,Escritora,Poeta,Violonista,Tecladista,
Presidenta do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa/ 8 países lusófonos,
Cônsul Z-NO em Belo Horizonte /MG/Brasil,Poetas del Mundo/130 países.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Desgosto Inútil



Se em mim corrói a idéia de não ser
do mar a presa em prantos se esvaindo
Se em tudo o quanto ainda creio haver
desgosto inútil, vão, da dor provindo

Se acaso for então o que abomino
nas minas traiçoeiras do destino
Meu fado e minha sina hão de buscar
a justa explicação pra abalizar

O que não tem remota ausência em ti
nem som de acrobacia eletrizante
que soe como a breve e elegante

Partida em tom menor do que sofri
ao ver o que não quis, altissonante,
trazido a mim em morte delirante.


Márcia Sanchez Luz ©

sábado, 26 de janeiro de 2008

Para guardar no coração...


O Imaginário

À poetisa Márcia Sanchez Luz
(Mauro Lúcio de Paula)

O primeiro autor
Que me fez pensar
Em escrever um poema
Foi Edgar Alan Poe.
A minha rua era a chave
Para abrir a porta da minha imaginação.
Não precisava correr o mundo
O mundo estava dentro de mim.
O mundo não vê nada sou eu quem o vejo.
Não me fiz poeta, nasci!
É isso menina e poetisa
é o seu imaginário
que reacendeu a minha alma e o meu ofício,
outro ofício não tenho.
Só sei escrever poesia.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Homenagem de Mauro Lúcio de Paula à Márcia Sanchez Luz


Faço um convite aos meus leitores para que conheçam o blog de Mauro Lúcio de Paula, que me fez uma linda homenagem.

Mauro, obrigada por seu carinho, e sucesso para você em seu novo espaço!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Seixos Transparentes


Gravura de Celito Medeiros


De tanto amor e dor que a ti concedo
meu corpo de minha alma se liberta.
O amor não tem remorsos nem avessos
A dor, porém, fulmina e não me alerta.

É sôfrega a palavra que me invade
em trajes tão secretos e prementes!
Melhor seria a dor em seu contraste
vertendo a seiva em seixos transparentes.

Viver em ti não pode ser promessa
de noite entristecida alvorecer
e nem apaga a dor que em mim professa.

Assim transcendo a busca que não cessa
e a brisa flamejante vem trazer
o aroma do pulsar que me interessa.


© Márcia Sanchez Luz


quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Sempre


Sempre que puder
Buscar-te-ei no infinito
Mais profundo de meus sonhos.

Sempre que puderes
Procura-me em meu silêncio
Que encontrarás meu ser.

Estarei pronta.
Em meu casulo te abrigarei
E te alimentarei
E te amarei
E serei tua como a lua
Que espera a noite chegar
Como o sol que se deita
E te aquece
E te acalma
E te ilumina.
Sempre.

© Márcia Sanchez Luz

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Ano Novo


Ano Novo
De muita alegria
saúde
esperança.

Tudo no mundo é energia.

Então

Troquemos nossas energias.
Que elas se entrelacem
trazendo paz e união.
Façamos nossas orações
para um mundo melhor
onde findem as guerras
os desentendimentos
a discórdia
a miséria
as mazelas.
Que todos possamos
nos dar as mãos
para nos fortalecermos
e nos tornarmos seres cada dia melhores.
Que a compreensão reine aliada ao amor
trazendo a todos muita saúde, paz, luz e harmonia.


© Márcia Sanchez Luz

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Soneto de Luís Vaz de Camões


Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

domingo, 23 de dezembro de 2007

Fim de Ano, Natal e Ano Novo

Com os votos de um Natal repleto de paz e luz. E que 2008 seja um ano de realizações e alegrias.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Poema homenagem de João Justiniano da Fonseca à Márcia Sanchez Luz


MEU AMOR FOGO E LUZ.
Para Márcia Luz
10.12.07

"Cor de fogo quando brilha"
levando aos céus a lareira,
meu amor seguiu a trilha
no rastro da feiticeira.

"Meu amor se foi tornando"
em luar e é lua cheia!
Cresceu, cresceu até quando
veio colhe-lo a sereia...

"feito dor incandescente"
meu amor é simplesmente
um sonho que não se apaga.

"Num luar incandescente"
sobe e desce, voa e vaga,
permanece, não se apaga...

João Justiniano da Fonseca

domingo, 9 de dezembro de 2007

Carinhos Especiais


Transcrevo aqui carinhos que me chegam por e-mail
e que me são especiais.

Hoje trago os do Poeta João Justiniano da Fonseca:



Data:
Sat, 8 Dec 2007 09:23:14 -0200

Márcia, querida.
Márcia da luz,
que ilumina com a presença e o carinho da palavra,
o sítio do sonhador
que se sente feliz no fim de seu tempo, porque sonhou,
muito obrigado Márcia.
Estive no seu blogue, voltarei mais vezes,
para deleite e repouso espiritual.
Meu carinhoso abraço.
João